Atenção veganos: 10 ingredientes de origem animal (ainda) frequentes em cosméticos e suplementos

Glicerina, lanolina, carmim e mais: saiba como identificar 10 ingredientes de origem animal escondidos em rótulos (INCI) e conheça suas alternativas vegetais.

Quem adota um estilo de vida vegano costuma aprender rapidamente a identificar ingredientes óbvios, como leite, ovos, mel ou gelatina. No entanto, quando o assunto envolve cosméticos, suplementos alimentares e alimentos industrializados — mesmo aqueles considerados naturais — a tarefa pode se tornar muito mais complexa.

Isso acontece porque muitos ingredientes aparecem apenas pelo nome técnico, em português, inglês ou na nomenclatura internacional (INCI, no caso dos cosméticos). Além disso, diversas substâncias podem ser produzidas tanto a partir de fontes vegetais quanto animais, sem que essa informação fique evidente no rótulo.

Nos últimos anos, a indústria evoluiu bastante. Ingredientes como glicerina, ácido esteárico, lecitina e esqualano, que antigamente eram frequentemente obtidos de animais, hoje costumam ser produzidos a partir de matérias-primas vegetais. Essa mudança permitiu o desenvolvimento de milhares de produtos totalmente veganos, mantendo a mesma eficácia das formulações tradicionais.

Por outro lado, ainda existem ingredientes cuja origem continua sendo predominantemente animal. Alguns deles são muito conhecidos, como a lanolina e o carmim. Outros passam despercebidos pela maioria dos consumidores, como a goma-laca, a guanina ou determinados tipos de vitamina D.

Se você procura cosméticos, suplementos ou alimentos realmente veganos, este guia aponta os 10 ingredientes que merecem maior atenção, onde eles costumam aparecer, qual é sua função nas formulações, quais são suas alternativas vegetais e como identificá-los nos rótulos.


1. Colágeno (Collagen / Hydrolyzed Collagen)

O que é?
O colágeno é a proteína estrutural mais abundante do corpo dos animais. Ele forma a estrutura da pele, cartilagens, tendões, ligamentos e ossos, sendo responsável por boa parte da resistência e elasticidade desses tecidos.

O colágeno utilizado comercialmente é obtido por meio da hidrólise desses tecidos, originando o chamado colágeno hidrolisado, muito utilizado tanto em suplementos quanto em cosméticos.

Na prática, quase todo colágeno disponível no mercado é proveniente de animais bovinos, suínos ou peixes.

Onde costuma aparecer?
Você encontrará colágeno principalmente em:
- Suplementos alimentares
- Gummies de beleza
- Bebidas proteicas
- Pós para preparo de bebidas
- Cremes antissinais
- Máscaras faciais
- Séruns hidratantes

Nos suplementos, normalmente o objetivo é fornecer peptídeos de colágeno. Já nos cosméticos, sua principal função é formar um filme hidratante sobre a superfície da pele, melhorando temporariamente a sensação de maciez.

Como aparece no rótulo?
Os nomes mais comuns são:
- Collagen
- Hydrolyzed Collagen
- Soluble Collagen
- Colágeno Hidrolisado

Existe alternativa vegetal?
Esse é um dos ingredientes que mais geram confusão.

Não existe colágeno vegetal propriamente dito.

Como o colágeno é uma proteína produzida apenas por animais, nenhuma planta produz colágeno verdadeiro.

Quando um cosmético afirma conter "colágeno vegetal", normalmente está utilizando proteínas vegetais, aminoácidos ou polissacarídeos capazes de formar um filme semelhante sobre a pele.

Da mesma forma, suplementos veganos costumam utilizar nutrientes que participam da produção natural de colágeno pelo organismo, como vitamina C, silício, aminoácidos específicos e extratos vegetais.

Vale evitar?
Para quem segue uma alimentação ou um estilo de vida estritamente vegano, sim. Salvo quando o fabricante informar claramente que se trata de uma tecnologia produzida por fermentação (ainda bastante rara), o colágeno comercial continua sendo considerado um ingrediente de origem animal.


2. Lanolina (Lanolin, Adeps Lanae, Wool Wax, Laneth, PEG-75 Lanolin)

O que é?
A lanolina é uma substância cerosa produzida naturalmente pelas glândulas sebáceas das ovelhas para proteger sua lã contra chuva, vento e variações climáticas.

Durante o processamento industrial da lã, essa gordura é removida, purificada e transformada na lanolina utilizada pela indústria cosmética e farmacêutica.

Embora não envolva o abate do animal, sua origem continua sendo animal, motivo pelo qual a lanolina não é considerada vegana.

Onde costuma aparecer?
É extremamente comum em:
- Hidratantes corporais
- Pomadas reparadoras
- Protetores labiais
- Batons
- Cremes para mãos
- Produtos para mamilos durante a amamentação
- Pomadas dermatológicas

Qual sua função?
A lanolina é um excelente agente emoliente e oclusivo. Ela ajuda a reduzir a perda de água da pele, melhora a maciez e protege regiões extremamente ressecadas contra agressões externas. É justamente essa capacidade que fez dela um ingrediente muito popular durante décadas.

Como aparece no rótulo?
Você pode encontrá-la como:
- Lanolin
- Adeps Lanae
- Wool Wax
- Laneth
- PEG-75 Lanolin

Existe alternativa vegetal?
Sim. Hoje existem diversas matérias-primas vegetais capazes de oferecer benefícios semelhantes, entre elas:
- Manteiga de Karité
- Manteiga de Cupuaçu
- Manteiga de Cacau
- Esqualano Vegetal
- Óleo de Jojoba
- Óleo de Coco
- Ceras de Candelila e Carnaúba

Graças a essas alternativas, tornou-se perfeitamente possível produzir hidratantes intensivos e protetores labiais totalmente veganos.

Vale evitar?
Sim. Sempre que um produto listar lanolina ou qualquer um de seus derivados, trata-se de um ingrediente de origem animal.


3. Guanina (CI 75170)

O que é?
A guanina é um composto químico naturalmente presente em todos os organismos vivos. No entanto, a guanina utilizada como pigmento cosmético tradicionalmente é obtida das escamas de peixes.

Sua principal característica é refletir a luz de forma intensa, produzindo o conhecido efeito perolado presente em diversos cosméticos. É justamente por isso que muitas pessoas utilizam shampoos, esmaltes ou maquiagens contendo guanina sem imaginar sua origem.

Onde costuma aparecer?
Ela é encontrada principalmente em:
- Shampoos perolados
- Condicionadores
- Esmaltes
- Sombras
- Iluminadores
- Maquiagens com acabamento cintilante

Como aparece no rótulo?
Na maioria das vezes como:
- CI 75170
- Guanine

Existe alternativa vegetal?
Sim. Hoje muitos fabricantes substituem a guanina por pigmentos minerais, mica sintética ou outros pigmentos desenvolvidos em laboratório que reproduzem o mesmo efeito óptico sem utilizar ingredientes de origem animal.

Vale evitar?
Sim. A guanina identificada como CI 75170 continua sendo tradicionalmente associada à extração de escamas de peixes e não é considerada um ingrediente vegano.


4. Carmim ou Ácido Carmínico (CI 75470, Carmine, Cochineal, E120)

O que é?
O carmim é um dos corantes naturais mais antigos utilizados pela humanidade. Sua intensa coloração vermelha é obtida a partir do ácido carmínico, substância presente nas fêmeas do inseto cochonilha (Dactylopius coccus), cultivado principalmente na América do Sul e Central.

Para produzir esse pigmento, milhares de insetos são coletados, secos e processados para extrair o corante, motivo pelo qual o carmim não é considerado um ingrediente vegano.

Por apresentar excelente estabilidade à luz, ao calor e às variações de pH, ele ainda é amplamente utilizado pela indústria alimentícia e cosmética.

Onde costuma aparecer?
Você pode encontrá-lo em:
- Batons, blushes e sombras
- Maquiagens vermelhas ou rosadas
- Balas, chicletes e geleias
- Bebidas, iogurtes e sorvetes
- Suplementos mastigáveis (gummies)

Qual sua função?
Sua principal função é fornecer coloração vermelha, rosa, vinho ou arroxeada. Diferentemente de muitos corantes vegetais, o carmim apresenta excelente estabilidade, razão pela qual continua sendo utilizado em diversas formulações.

Como aparece no rótulo?
Os nomes mais comuns são:
- Carmine / Carmim
- Ácido Carmínico
- Cochineal
- CI 75470
- E120 (ou INS 120)

Existe alternativa vegetal?
Sim. Hoje existem diversas opções de origem não animal, entre elas: extrato de beterraba, urucum, antocianinas, licopeno, corantes minerais ou sintéticos aprovados para uso.

Vale evitar?
Sim. Sempre que um produto informar Carmine, CI 75470, Cochineal ou E120, trata-se de um pigmento de origem animal.


5. Goma-laca (Shellac, Lac Resin, Lacca, INS 904, Confectioner's Glaze)

O que é?
A goma-laca é uma resina natural produzida pelo inseto Kerria lacca (também chamado de inseto-da-laca). Esses insetos secretam uma camada protetora resinosa sobre os galhos onde vivem. Posteriormente, essa resina é coletada, purificada e transformada na goma-laca utilizada pela indústria.

Embora tecnicamente seja uma secreção do inseto — e não parte de seu corpo — sua obtenção normalmente resulta na morte de um grande número de insetos durante o processo de coleta, razão pela qual não é considerada vegana.

Entre todos os ingredientes desta lista, talvez seja um dos mais desconhecidos do consumidor.

Onde costuma aparecer?
Na indústria cosmética é utilizada em:
- Esmaltes
- Máscaras para cílios
- Sprays fixadores para cabelo

Já na indústria alimentícia e farmacêutica aparece como revestimento de:
- Balas
- Chocolates drageados
- Confeitos
- Cápsulas
- Comprimidos
- Frutas como maçãs e cítricos
- Alguns grãos de café

Seu objetivo é criar uma película brilhante e protetora que aumenta a resistência à umidade e melhora a aparência do produto.

Como aparece no rótulo?
Aqui está uma das maiores "pegadinhas". Quase nunca aparece escrita como "goma-laca". Os nomes mais comuns são:
- Shellac
- Lac Resin
- Lacca
- Confectioner's Glaze
- INS 904 ou E904

Quem não conhece esses nomes dificilmente percebe sua origem.

Existe alternativa vegetal?
Sim. Dependendo da aplicação, a goma-laca pode ser substituída por:
- Cera de Candelila
- Cera de Carnaúba
- Revestimentos derivados de celulose
- Filmes vegetais biodegradáveis

Vale evitar?
Sim. Sempre que houver Shellac ou INS 904, trata-se de um ingrediente incompatível com produtos veganos.


6. Proteína da Seda (Silk Protein, Hydrolyzed Silk)

O que é?
A proteína da seda é obtida a partir dos casulos produzidos pelo bicho-da-seda (Bombyx mori).

Durante a fabricação tradicional da seda, os casulos são aquecidos antes que a mariposa complete seu ciclo de desenvolvimento, permitindo a obtenção de fios longos e contínuos. Posteriormente, parte dessa seda pode ser hidrolisada para produzir proteínas utilizadas em cosméticos.

Por esse motivo, a proteína da seda não é considerada vegana.

Onde costuma aparecer?
É bastante comum em:
- Máscaras capilares
- Condicionadores
- Leave-ins
- Séruns para cabelo
- Hidratantes faciais
- Maquiagens

Qual sua função?
Sua principal função é formar um filme fino sobre os fios e a pele, proporcionando:
- Toque sedoso
- Brilho
- Sensação de maciez
- Redução do frizz
- Melhora da penteabilidade

Como aparece no rótulo?
Os nomes mais comuns são:
- Silk Protein
- Hydrolyzed Silk
- Silk Amino Acids

Existe alternativa vegetal?
Sim. Hoje existem proteínas vegetais hidrolisadas capazes de oferecer benefícios semelhantes, como:
- Proteína de trigo
- Proteína de arroz
- Proteína de aveia
- Proteína de ervilha
- Proteínas fermentadas por biotecnologia

Vale evitar?
Sim. Sempre que a proteína for derivada da seda natural, sua origem é animal.


7. Vitamina D3 (Colecalciferol)

O que é?
A vitamina D3, também chamada de colecalciferol, é uma das maiores fontes de dúvida entre consumidores veganos.

A versão tradicional utilizada pela indústria é produzida principalmente a partir da lanolina extraída da lã das ovelhas. Em alguns casos, também pode ser obtida do óleo de peixe.

Nos últimos anos surgiu uma alternativa vegana produzida a partir de líquens, mas ela ainda representa uma parcela menor do mercado devido ao custo mais elevado.

Onde costuma aparecer?
Além dos suplementos, ela está presente em diversos alimentos fortificados, como:
- Leites vegetais
- Cereais matinais
- Bebidas vegetais
- Margarinas
- Suplementos multivitamínicos
- Cápsulas de vitamina D

Qual a principal pegadinha?
Um produto pode ser vendido como de origem vegetal e, ainda assim, utilizar vitamina D3 de origem animal.

Esse é um caso clássico dos leites vegetais. Muitas pessoas acreditam que, por serem produzidos a partir de aveia, soja, amêndoas ou coco, eles são automaticamente veganos. Porém, a vitamina D3 adicionada durante a fortificação pode ser proveniente da lanolina.

Como o rótulo normalmente informa apenas "Vitamina D3" ou "Colecalciferol", não é possível descobrir sua origem apenas pela lista de ingredientes.

Existe alternativa vegetal?
Sim. As principais alternativas são:
- Vitamina D2 (ergocalciferol), produzida por fungos e leveduras
- Vitamina D3 obtida de líquens

Vale evitar?
Não necessariamente. O importante é verificar a origem da vitamina. Se o fabricante informar que ela é proveniente de líquens ou se o produto possuir certificação vegana, ela é compatível com uma alimentação vegana.


8. Ômega-3 DHA e EPA

O que é?
Os ácidos graxos DHA e EPA são tradicionalmente obtidos do óleo de peixes de águas frias.

Entretanto, poucas pessoas sabem que os peixes não produzem naturalmente esses compostos. Eles apenas acumulam DHA e EPA ao consumir microalgas.

Por isso, hoje é possível produzir suplementos totalmente veganos utilizando diretamente as microalgas, eliminando a necessidade da pesca.

Onde costuma aparecer?
Principalmente em:
- Cápsulas de ômega-3;
- Suplementos infantis;
- Suplementos para gestantes;
- Alimentos enriquecidos.

Como aparece no rótulo?
- DHA
- EPA
- Fish Oil
- Algal Oil (origem vegana)
- Schizochytrium sp. (origem vegana)
- Microalgae Oil (origem vegana)

Existe alternativa vegetal?
Sim. As versões produzidas a partir de microalgas oferecem exatamente os mesmos ácidos graxos encontrados nos peixes.

Vale evitar?
Depende da fonte. Se vier de óleo de peixe, não é vegano. Se vier de microalgas, é totalmente compatível com uma dieta vegana.


9. Caseína (Casein, Sodium Caseinate, Calcium Caseinate)

O que é?
A caseína é a principal proteína do leite de mamíferos. Ela representa aproximadamente 80% das proteínas presentes no leite bovino e possui excelentes propriedades tecnológicas para a indústria de alimentos.

Onde costuma aparecer?
Muito mais lugares do que a maioria imagina. Entre eles:
- Barras de proteína
- Shakes
- Whey protein
- Sorvetes
- Molhos industrializados
- Sopas prontas
- Embutidos
- Salsichas
- Presuntos
- Queijos processados
- Cremes "não lácteos"
- Fórmulas infantis

Também pode aparecer em alguns condicionadores capilares.

Qual a principal pegadinha?
A expressão "não lácteo" não significa necessariamente "sem leite". Em alguns produtos, ela indica apenas que o alimento não contém leite líquido, mas ainda pode utilizar derivados lácteos como caseína ou caseinatos. Felizmente, por ser um alergênico obrigatório, sua presença costuma aparecer claramente na lista de ingredientes.

Como aparece no rótulo?
- Casein
- Sodium Caseinate
- Calcium Caseinate
- Potassium Caseinate

Existe alternativa vegetal?
Sim. Hoje é comum encontrar proteínas de:
- Ervilha
- Soja
- Arroz
- Aveia
- Fava

Vale evitar?
Sim. Todo caseinato continua sendo derivado do leite.


10. Queratina (Keratin, Hydrolyzed Keratin)

O que é?
A queratina é uma proteína estrutural encontrada naturalmente em cabelos, penas, cascos, chifres e lã.

A queratina utilizada em cosméticos normalmente é obtida a partir desses resíduos da indústria pecuária e avícola.

Onde costuma aparecer?
Principalmente em:
- Máscaras capilares
- Condicionadores
- Leave-ins
- Séruns para cabelo
- Finalizadores
- Tratamentos reconstrutores

Qual sua função?
Ela ajuda a formar uma película sobre os fios, reduzindo a quebra e proporcionando sensação de cabelos mais fortes e resistentes.

Como aparece no rótulo?
- Keratin
- Hydrolyzed Keratin
- Keratin Amino Acids

Existe alternativa vegetal?
Sim. Hoje muitos fabricantes utilizam:
- Aminoácidos vegetais
- Proteínas hidrolisadas
- Proteínas fermentadas
- Blends de peptídeos vegetais

Embora não sejam queratina verdadeira, conseguem oferecer benefícios cosméticos semelhantes.

Vale evitar?
Sim. Quando não houver indicação de tecnologia biotecnológica específica, a queratina comercial continua sendo considerada um ingrediente de origem animal.


Ingredientes que costumam gerar confusão

Nem todo ingrediente "suspeito" é necessariamente de origem animal. Alguns dos nomes mais conhecidos da indústria podem ser produzidos tanto a partir de matérias-primas vegetais quanto animais:

Ingrediente

Pode ser vegetal

Pode ser animal

Observação

Glicerina (Glycerin)

Hoje, na maioria dos cosméticos naturais e veganos, costuma ser vegetal.

Ácido Esteárico (Stearic Acid)

Muito utilizado em sabonetes e cremes; a origem depende do fabricante.

Lecitina (Lecithin)

Geralmente vem da soja ou do girassol, mas também pode ser obtida da gema de ovo.

Esqualano (Squalane)

Antigamente era extraído do fígado de tubarão; hoje é predominantemente vegetal (oliva ou cana-de-açúcar).

Vitamina D3

Pode ser obtida de líquens (vegana) ou de lanolina (animal).

Ômega-3 DHA/EPA

Pode vir de óleo de peixe ou de microalgas.

Essa é justamente uma das maiores dificuldades para quem busca produtos realmente veganos: o mesmo nome químico pode representar matérias-primas de origens completamente diferentes. É por isso que a lista de ingredientes, sozinha, nem sempre responde todas as dúvidas. O fabricante, certificações reconhecidas e a curadoria de lojas especializadas continuam sendo as formas mais confiáveis de confirmar a origem desses ingredientes.

Sobre a loja

Página oficial da Beleza do Campo, sua loja online de confiança em cosméticos e produtos naturais, orgânicos e veganos. Aqui você encontra as melhores marcas que usam extratos de plantas, manteigas vegetais, óleos essenciais e ativos botânicos de alta qualidade. Há mais de 13 anos, a Beleza do Campo promove o consumo consciente, oferecendo formulações limpas e seguras, que combinam tecnologia moderna com o poder ancestral da natureza.

Social
Pague com
  • proxy-pagali-v2
  • Pix
Selos

Beleza do Campo Comércio & Serviços Ltda - CNPJ: 15.517.507/0001-94 © Todos os direitos reservados. 2026

Utilizamos cookies para que você tenha a melhor experiência em nosso site. Para saber mais acesse nossa página de Política de Privacidade